quarta-feira, 22 de maio de 2013

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Empreendedorismo Sustentável como diferencial competitivo


Fala-se muito em “Sustentabilidade”, mas, o que tem sido feito, realmente? Um personagem pouco mencionado, neste contexto, é o pequeno empreendedor. Seja pela diversidade de desafios que precisa enfrentar para manter seu negócio ou pela cultura de uma nação “educada para consumir”. Enquanto isso, MPEs (Micro e Pequenas Empresas) correm em busca de se destacar no mercado e poucas conseguem… O motivo? Podem estar indo na direção oposta, o que requer uma pausa para revisão do trajeto.

Ser sustentável, ao contrário do que muitos pensam, vai além de preservar a natureza apenas, envolve promover equilíbrio ambiental, econômico e social. Existe uma ideia distorcida de que aplicar o conceito sustentabilidade é complexo e “custa caro”, um mito que leva o pequeno empreendedor a pensar que não possui estrutura para fazê-lo. No entanto, a implantação de tal prática pode ampliar substancialmente a margem de lucro, aumentar o valor das empresas, marcas, produtos e serviços. 

A preocupação demasiada com os lucros tende a “atropelar” oportunidades de crescimento, principalmente, quando se trata de MPEs, já que o empreendedor acaba por acumular funções e responsabilidades. Nestes casos, a melhor solução é buscar ajuda especializada junto a consultores, órgãos ou instituições direcionadas. Além das diversas ferramentas gratuitas, um investimento no modelo de gestão sustentável pode ser a chave para aumentar a vantagem competitiva da empresa e torná-la mais estratégica e rentável.

É tempo de rever conceitos, mapear e redefinir atitudes e trajetórias, pois além da gravidade da presente crise, a concorrência está cada vez mais acirrada, o que requer medidas de efeito duradouro.

Um exemplo simples é a troca de equipamentos por outros com baixo consumo de energia. Inicialmente, parece um “gasto inviável”, mas que em pouco tempo é pago pela própria economia proporcionada. E após o retorno do capital investido continuará contribuindo para a redução de custos, logo, para o aumento da lucratividade. Situação similar ocorre em diversas outras práticas. Que mal há em promover saúde ao meio ambiente, à economia, sociedade e a sua própria empresa? É tempo de rever conceitos, mapear e redefinir atitudes e trajetórias, pois além da gravidade da presente crise, a concorrência está cada vez mais acirrada, o que requer medidas de efeito duradouro.



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