segunda-feira, 27 de maio de 2013

Microempresário individual é maioria em novos negócios

Criado em 2008 para permitir a formalização de profissionais autônomos com faturamento de até R$ 60 mil por ano, o microempreendedor individual (MEI) representa a maioria das novas empresas registradas no Brasil.

Entre janeiro e março deste ano, foram abertos 428.741 negócios. Desses, 65% foram criados por MEIs. Depois, vieram as empresas individuais, com 16% do total.

O setor de serviços foi o destaque no início deste ano, responsável por 59% das empresas abertas. Em seguida, ficou o comércio, com 32% do total, enquanto a indústria registrou 8% das aberturas.

Os resultados fazem parte de estudo inédito realizado pela Serasa Experian, empresa de informações financeiras, com dados das Juntas Comerciais de todo o país.

O estudo também comparou o total de nascimento de empresas nos primeiros três meses de 2013 com o dos primeiros trimestres desde 2010.

Os dados mostram queda de 4,1% na criação de empresas no primeiro trimestre de 2013, em relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo o economista da Serasa Experian Luiz Rabi, responsável pelo estudo, a desaceleração da economia brasileira em 2012 está entre as causas da diminuição no número de empresas abertas.

Além disso, Rabi diz que o elevado nível de emprego atual estimula menos pessoas a trabalhar por conta própria.

"Geralmente, os microempreendedores são responsáveis por pequenas lojas e serviços de manutenção. Muitas vezes, quando eles têm a possibilidade de uma ocupação, vão para o mercado de trabalho como funcionários contratados", afirma.

O economista diz acreditar que, como a lei que instituiu o microempreendedor individual é nova, o seu impacto nas estatísticas será maior com o tempo.

Por: Folha de São Paulo - SP




Calcule qual é o seu custo com o empregado doméstico pela nova lei


A nova lei que amplia o direitos dos domésticos aumenta os custos desses funcionários para o empregador, com o acréscimo, por exemplo, das horas extras remuneradas.

A jornada de trabalho máxima permitida passa a ser de 44 horas semanais e 8 horas diárias.

O recolhimento do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) torna-se obrigatório, mas ainda depende de regulamentação.

Na quarta-feira (22/05), o senador Romero Jucá (PMDB-RR) apresentou proposta de lei detalhando os novos direitos e estabelecendo uma alíquota mensal de FGTS sobre a remuneração do doméstico que será usada como fundo para compor o valor da indenização para o caso de o trabalhador ser demitido ou mesmo pedir demissão.

Além disso, o texto estabeleceu novas alíquotas de contribuição para o FGTS e INSS. Para o INSS, o valor passou para 8% (em vez de 12%) e, para o FGTS, passou para 11,2% (em vez de 8%), sendo 8% da contribuição normal mais os 3,2% para a multa rescisória). A casa decimal para os valores do FGTS foi estabelecida por Jucá na quinta-feira (23/05).

Há ainda direito a adicional noturno de 20%. O projeto ainda precisa ser aprovado pelo Congresso e sancionado pela presidente da República.

Por: Folha de São Paulo - SP





Escolha seu destino!



Lei das domésticas cria demanda por serviços contábeis

Para manter em dia as novas obrigações trabalhistas, escritórios de contabilidade e sites oferecem esses serviços aos patrões

A aprovação da Proposta de Emenda Constitucional nº 66/2012, a PEC das Domésticas não está tirando o sono somente dos empregadores. Uma enxurrada de consultas e contratos com firmas de contabilidade e sites especializados está acontecendo. O mercado de contabilidade voltada para os encargos trabalhistas com empregados domésticos catapultou depois de março, quando a PEC foi aprovada no Congresso Nacional.

Aplicativos e sites que garantem resolver a vida do empregador pipocam todos os dias. Entre os serviços, um departamento de pessoal ou um contador, o chefe da família possui um cardápio completo de opções. Um deles, o Doméstica Legal, é dos mais antigos no país. Aberto em 2004 pelo idealizador Mário Avelino, o portal promete adiantar a vida do empregador. “Somos um departamento de pessoal online. Com ele, os patrões ficam dentro da lei e se preocupam apenas em pagar os salários, guias de INSS ou FGTS”, diz Avelino. Com tanto tempo de mercado, o empreendedor diz que seu site nunca teve tamanha audiência como agora. Antes da aprovação da PEC, cerca de 180 novos contratos eram fechados por mês. Agora, são mais de 650. “As consultas, no último mês, chegaram a 2500. Logicamente, nem todos fecham conosco, mas nossa demanda triplicou”, avalia. O Doméstica Legal possui planos exclusivos até para o contrato de diaristas. “Todos os tipos de relações trabalhistas precisam ser legalizados. As dúvidas são muitas e estamos aqui para tirá-las.”

Segundo IBGE, país já vinha registrando diminuição dos trabalhadores do lar.

PNAD de 2011 mostra que o país perdeu o equivalente a 556 mil pessoas em dois anos.

De acordo com o PNAD (Pesquisa Nacional de Amostra por Domicilio) 2011 do IBGE, o Brasil tem 6,6 milhões de empregados domésticos, sendo 6,1 milhões mulheres e 492 mil, homens. Em 2009, eram 7,2milhões, o equivalente a7,8% da população ocupada no país. Em 2011, os empregados com carteira de trabalho assinada obtiveram ganho real de 4,9% em relação a 2009. Considerando os trabalhadores domésticos com carteira de trabalho assinada, o aumento no rendimento foi de 5,2%, enquanto para os sem carteira foi de 15,2%. A divulgação dos dados da PNAD de 2012 só será em setembro e deverá revelar significativas mudanças no perfil dos empregados domésticos após a aplicação da PEC das Domésticas. A pesquisa do IBGE mostrou ainda que, de um modo geral, o quadro de empregados domésticos no país no ano de 2011 teve pontos positivos em relação à pesquisa anterior. Um deles, o aumento da formalidade no emprego doméstico para 44mil trabalhadores, o equivalente a uma alta de 3,03%. Também aumentou em152 mil o número de trabalhadores que contribuem para o INSS no país,uma alta de representa 4,95%.

Outro dado apontado pela PNAD 2011 foi o aumento no tempo de carteira assinada nos trabalhadores domésticos com mais de dois anos de trabalho: um crescimento de 4,85%. Também merece destaque a adição de mais 170 mil pessoas ao número de trabalhadores com ganhos acima de um salário mínimo. E a diminuição de trabalhadores na faixa etária de 18 a 29 anos em 393 mil pessoas. Isso, segundo os dados do IBGE, está diretamente ligado ao crescimento sócio econômico da última década, que permitiu a essa faixa da população optar por empregos em organizações que concedem aos seus funcionários todos os direitos trabalhistas. Como na época da pesquisa ainda não havia a PEC, que garante estes direitos aos empregados domésticos, o levantamento considerava os poucos direitos destes trabalhadores.

Por: Brasil Econômico



Brasileiro vai trabalhar 150 dias em 2013 só para pagar imposto, diz IBPT

Em 2013, o brasileiro irá trabalhar 150 dias, ou quase cinco meses do ano, somente para pagar impostos, taxas e contribuições aos cofres públicos. Ou seja, considerando toda a carga tributária incidente sobre a renda bruta anual, o contribuinte irá trabalhar até o próximo dia 30 só para pagar tributos, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT).

A quantidade de dias do comprometidos com o pagamento de impostos é a mesma registrada no ano passado. Mas em razão do ano de 2012 ter sido bissexto, o contribuinte cumpriu  suas obrigações  tributárias com o Fisco um dia mais cedo, no dia 29 de maio.

De acordo com o estudo feito anualmente pelo IBPT, o pagamento dos tributos comprometerá, em média, cerca de 41,82% da renda bruta do trabalhador em 2013. Dependendo da faixa de renda, o percentual e, consequentemente, o número de dias trabalhados para pagar impostos, aumenta.

O presidente-executivo do IBPT, João Eloi Olenike, destaca que esse percentual tem aumentado nos últimos anos. Segundo o IBPT, hoje se trabalha o dobro do que se trabalhava na década de 70 para pagar a tributação. A média de número de dias trabalhados por ano somente para pagar tributos subiu de 76, na década de 70, para 102 na década de 90, e, nos ano de 2000 ultrapassou os quatro meses.

"Em 2012, comprometeu 40,98% do seu ganho para este fim e, em 2011, 40,82%. Apesar de contribuir cada vez mais com a crescente arrecadação tributária do país, que em 2012 chegou a R$ 1,59 trilhão, o brasileiro continua não vendo a adequada aplicação deste recursos em serviços públicos de qualidade, principalmente nos setores de educação, saúde, segurança e outros fundamentais para que a sociedade se desenvolva”, afirma.

O estudo “Dias Trabalhados para pagar Tributos” considera a tributação incidente sobre rendimentos, formada pelo Imposto de Renda Pessoa Física, contribuições previdenciárias e sindicais; e a tributação sobre o consumo de produtos e serviços, como PIS, COFINS, ICMS, IPI, ISS, etc; e a tributação sobre o patrimônio, onde se incluem IPTU, IPVA. As taxas de limpeza pública, coleta de lixo, emissão de documentos e contribuições, como no caso da iluminação pública também são consideradas.

Fonte: G1



quarta-feira, 22 de maio de 2013

Desenvolvimento Organizacional

A Teoria do Desenvolvimento Organizacional (DO) surgiu a partir de 1962, a respeito do ser humano, da organização e do ambiente em que estes crescem e se desenvolvem. Assim, o conceito de Desenvolvimento Organizacional está intimamente ligado aos conceitos de mudança e de capacidade adaptativa à mudança

Segundo essa teoria aberta, democrática e participativa, as organizações devem se voltar mais às pessoas do que às técnicas e recursos para conseguir uma maior capacidade de realizar as mudanças necessárias ao desenvolvimento organizacional.

Valores: São aqueles que nos guiam, direcionam, orientam e conduz e com isso tem efeito sobre as experiências vividas em nossas vidas

Visão: Seria aquilo que a empresa almeja ao longo de sua vida. Tem a ver com idealização, sonhos e desejos a longo prazo. É por sua vez motivadora.

Missão: É a forma de estratégia de uma empresa para o mercado. É a definição dos pontos em que a empresa atua no mercado. O motivo maior de sua existência.


Cultura Organizacional: É um sistema de valores compartilhados pelos seus membros, em todos os níveis, que diferencia uma organização das demais. Quanto mais você entender a cultura da sua empresa, maior a chance de sobrevivência no mercado.

"Uma cultura trata daquilo que diferencia uma organização de outra, uma nação de outra" (MINTZBERG, 2005).



"Você tem tudo que precisa para construir algo muito maior do que você mesmo." 
Seth Godin



Estratégia e Inovação: Quer se destacar? Acerte o alvo!

A busca constante por resultados imediatistas destrói a ousadia de profissionais com vasto potencial inovador que se tornam meros geradores de grandes ideias e soluções de baixo risco…


O mercado atual se tornou uma potência de perspectivas tamanha a diversidade de gerações que o compõem. No entanto, isso ainda é uma incógnita para grande parte dos gestores que de tão preocupados em se destacar e ganhar espaço na mente do consumidor diante de marcas, produtos e serviços altamente similares, com preços quase que imbatíveis, se deixam levar pelo impulso e pelo imediatismo de ideias mais práticas e, aparentemente, sensacionais. Isso quando não optam por investir em uma ação simplesmente porque o outro fez e obteve sucesso. 

Cresce o número de iniciativas embasadas em “criatividade e inventividade” que causam grande impacto em curto prazo, mas que não oferecem resultados efetivos. Um ponto que merece atenção, já que a falta de preparo, estudo e/ou planejamento adequados dos envolvidos acaba por induzir a uma distorção muito comum quando se trata de invenção e inovação. A primeira compreende a elaboração de algo novo sem preocupação com o mercado, enquanto a segunda está relacionada a fazer algo para transformá-lo, sem necessariamente se preocupar em criar o que nunca foi feito antes. 

No dia a dia, percebe-se uma preocupação demasiada com o ambiente externo. Não há dúvidas que o monitoramento deste contexto é de suma importância, mas, é necessário lembrar que suas variáveis são incontroláveis, o que torna a atuação do empreendedor bastante vulnerável, já que este tende a negligenciar o ambiente interno que deveria ser o seu escudo, a sua fortaleza, pois, este sim pode ser controlado. É preciso estar atento ao ambiente externo e focar mais na gestão adequada do capital humano associando ações e estratégias fundamentadas para obter equilíbrio e reverter os esforços em resultados duradouros. A seguir, alguns dos pontos que acabam gerando entraves junto à estas empresas e que devem ser considerados para que haja melhor desempenho e efetividade:

Pessoas: o capital mais valioso da organização é deixado para segundo, terceiro, quarto (…) plano, logo, não é de se admirar que os resultados esperados nunca sejam alcançados.

É preciso recrutar e desenvolver, continuamente, habilidades e competências individuais capazes de atuar coletivamente em ambientes constantemente mutáveis. Como? Investindo em líderes aprendizes, pesquisadores visionários, com elevado grau de percepção, adaptação e comunicação, com habilidades empreendedoras, abertos a mudanças, com vasto potencial de criação.

Cultura: em grande parte, uma barreira no processo de inovação e desenvolvimento estratégico das Micro e Pequenas Empresas.

Fator que requer muita cautela e atenção e que também pode se tornar o facilitador do processo. Cabe às lideranças romper paradigmas de modelos de gestão obsoletos. Como? O primeiro passo é a aceitação do erro como algo positivo, valorizar e incentivar a busca pelo conhecimento como ferramenta para gerar valor, cultivar o aprendizado e as experiências, compartilhar informações e recriar um ambiente receptivo e aberto ao novo. Quaisquer mudanças neste sentido devem partir da mais alta direção e das lideranças para que possam ser melhor compreendidas e praticadas pelos demais níveis hierárquicos da empresa. Lideranças precisam estar aptas para comunicar rapidamente de diversas maneiras conforme a demanda individual de seu público, sempre atenta ao feedback, no entanto, uma das melhores estratégias ainda é educar pelo exemplo.

Estratégia: a falta de foco e comunicação gera desgaste, esforços, gastos e desmotivação dos veteranos e dos recém-chegados.

Lideranças seguem em direção oposta aos objetivos organizacionais, mudam de ideia e remanejam pessoas e ações todo o tempo como se estivessem mudando a posição de objetos sobre suas mesas, confundem poder de inovação com aquisições infundadas de tecnologias e ferramentas de última geração, criando rombos desnecessários no caixa, um quadro que apesar de complexo pode ser revertido. Como? Situações como esta requerem uma avaliação e reestruturação rápida dos alicerces. O primeiro ponto é a análise geral das políticas, práticas e resultados, revisão dos objetivos, metas tal como alinhamento das ações e estratégias para alcançá-los. O planejamento estratégico é uma ferramenta essencial, mas, se não houver habilidades e competências para elaborá-lo e colocá-lo em prática os resultados serão distantes dos esperados. Outro fator que deve ser evitado é a tendência das lideranças de fazerem planos longos, ou projetarem ações que não saem do papel, não são finalizados ou adequados à necessidade do mercado. Uma vez que a empresa se encaixa em um destes patamares, a melhor e mais econômica opção ainda é buscar ajuda especializada.

Políticas Organizacionais: são inconstantes, pouco funcionais, falta clareza e compromisso das lideranças.

Políticas não condizentes com a realidade organizacional ou que não são cumpridas pelas lideranças são fontes desencadeadoras de comportamentos inadequados além de gerar descredibilidade em relação à empresa em geral por parte dos liderados. Uma vez cometido o erro é hora de reverter o cenário. Como? No decorrer do redesenho e alinhamento de objetivos, metas e ações estratégicas, é importante que as novas políticas ao serem reelaboradas também comecem a ser incorporadas pelos gestores para que no momento de seu restabelecimento junto à equipe não sejam recebidas como mais um “discurso para inglês ver”.

Organização do Trabalho: na era das redes empresariais não dá para lutar sozinho contra a maré.

De tão focados em problemas que não conseguem resolver sem auxílio especializado e nas atribuições que poderiam ser desenvolvidas por outras pessoas, gestores que começaram seus empreendimentos sozinhos e alcançaram crescimento rápido estão presos aos moldes iniciais de atuação, contribuindo para um distanciamento cada vez maior dos objetivos e metas organizacionais e precisam se libertar para que possam manter uma expansão mais estruturada e fortalecida em médio e longo prazo. Como? O desenvolvimento de redes empresariais trouxe novas perspectivas e uma boa alternativa para o micro e pequeno empreendedor é o investimento em parcerias dentro e fora de sua área, associando propostas que agreguem valor ao seu negócio, procurando ajuda especializada sempre que necessário, além das alternativas de apoio por parte de Instituições como SEBRAE, órgãos e organizações relacionados ao setor.



Inove!



A Contabilidade nunca esteve tão Gerencial

Por Nelson Henrique Pereira

Acabou! Quem pensava que poderia haver duas contabilidades, agora tem que se adaptar. Com a criação dos Speds, Contábil, Fiscal, Contribuições, Nfe, entre outros controles fiscais, o empresário se vê obrigado a fugir de certas práticas mágicas para melhorar seu resultado. Hoje é tudo amarrado. E ai daquele que não se adaptar!

Mas olhando para o lado bom, a contabilidade, como nunca, vai ter que ser elaborada dentro dos padrões internacionais, e o profissional de contabilidade também não vai mais ficar ouvindo o empresário achar que ele é o salvador da pátria inventando maracutaias para pagar menos tributos. Agora ainda se faz mais necessário a elaboração de Planejamento Tributário bem feito e acompanhado, pois sempre há uma maneira, dentro da lei, para abrandar a carga tributária.

Alguns requisitos citados a seguir para abrandar a carga tributária.

Pagar certo: Tem gente que pensa que para pagar certo tem que pagar mais tributos. Engano! Pois, através de um bom controle das operações, um cadastro bem feito dos produtos e mercadorias, dentro da correta NCM. Pode sim pagar menos tributos e muito bem protegido pela legislação.

 Treinamento: Todos os dias, todas as horas, em algum lugar está sendo criada ou modificada uma lei tributária, seja ela, federal, estadual ou municipal, ou ainda uma contribuição ou taxa, que venha a influenciar nas obrigações tributárias da empresa. Por essas razões o profissional tem que estar constantemente estudando e interpretando a legislação.

 Um Bom Sistema ERP: Não dá mais para ficar dando atenção a vários fornecedores de sistemas. Com a amarração citada acima, a empresa deve ter um bom Sistema ERP onde concentre todas as operações em um único banco de dados. Nada de fazer o Fiscal em um, a contabilidade em outro, financeiro em outro, o Imobilizado em outro, os Estoque, e assim por diante. Como tudo é amarrado é melhor ter um único sistema que faça tudo. Assim fica mais fácil de administrar as operações.

 Uma Controladoria: A Controladoria é a Contabilidade infiltrada em todos os departamentos da empresa, administrando in loco as operações. Desta forma ela consegue executar o Planejamento Tributário na sua origem, com tempo necessário para ajustar as operações na origem, substituindo, se necessário, documentos com erros de tributos, antes do seu registro efetivo. Isso se torna mais fácil ainda com a Nfe, pois você recebe o XLM da nota antes de receber a mercadoria, ou seja, antes de efetivar a operação.

 Um bom Sistema de Informações: Nada adianta fazer tudo isso, se os interessados não tomarem conhecimento. Cada gestor dentro da sua categoria, deve obter as informações necessárias para sua gestão. A administração deve ter em mãos as informações econômicas e financeiras da empresa, em tempo hábil para ajustá-las ao Plano Estratégico.

Os requisitos acima não se esgotam, tudo que seja prático e operacional deve ser implantado e utilizado de forma que auxiliem na boa administração da empresa, e no melhor entendimento e execução do Planejamento Tributário.




Compartilhe esta ideia!

Empreendedorismo Sustentável como diferencial competitivo


Fala-se muito em “Sustentabilidade”, mas, o que tem sido feito, realmente? Um personagem pouco mencionado, neste contexto, é o pequeno empreendedor. Seja pela diversidade de desafios que precisa enfrentar para manter seu negócio ou pela cultura de uma nação “educada para consumir”. Enquanto isso, MPEs (Micro e Pequenas Empresas) correm em busca de se destacar no mercado e poucas conseguem… O motivo? Podem estar indo na direção oposta, o que requer uma pausa para revisão do trajeto.

Ser sustentável, ao contrário do que muitos pensam, vai além de preservar a natureza apenas, envolve promover equilíbrio ambiental, econômico e social. Existe uma ideia distorcida de que aplicar o conceito sustentabilidade é complexo e “custa caro”, um mito que leva o pequeno empreendedor a pensar que não possui estrutura para fazê-lo. No entanto, a implantação de tal prática pode ampliar substancialmente a margem de lucro, aumentar o valor das empresas, marcas, produtos e serviços. 

A preocupação demasiada com os lucros tende a “atropelar” oportunidades de crescimento, principalmente, quando se trata de MPEs, já que o empreendedor acaba por acumular funções e responsabilidades. Nestes casos, a melhor solução é buscar ajuda especializada junto a consultores, órgãos ou instituições direcionadas. Além das diversas ferramentas gratuitas, um investimento no modelo de gestão sustentável pode ser a chave para aumentar a vantagem competitiva da empresa e torná-la mais estratégica e rentável.

É tempo de rever conceitos, mapear e redefinir atitudes e trajetórias, pois além da gravidade da presente crise, a concorrência está cada vez mais acirrada, o que requer medidas de efeito duradouro.

Um exemplo simples é a troca de equipamentos por outros com baixo consumo de energia. Inicialmente, parece um “gasto inviável”, mas que em pouco tempo é pago pela própria economia proporcionada. E após o retorno do capital investido continuará contribuindo para a redução de custos, logo, para o aumento da lucratividade. Situação similar ocorre em diversas outras práticas. Que mal há em promover saúde ao meio ambiente, à economia, sociedade e a sua própria empresa? É tempo de rever conceitos, mapear e redefinir atitudes e trajetórias, pois além da gravidade da presente crise, a concorrência está cada vez mais acirrada, o que requer medidas de efeito duradouro.



terça-feira, 21 de maio de 2013

Novidades: Empregador doméstico terá Refis e Simples

Governo finaliza sua proposta para a regulamentação da Lei das Domésticas

Por Débora Álvares, de O Estado de S. Paulo

Quase dois meses depois de trabalhar pela aprovação da emenda constitucional que ampliou os direitos dos empregados domésticos, o governo vai finalmente apresentar sua proposta para regulamentar os pontos sobre os quais ainda restam dúvidas, e deve acatar a sugestões enviadas há mais de um mês pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR), relator da matéria no Congresso Nacional.

Porém, questões como a redução da multa de 40% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e da alíquota patronal mensal para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) devem ficar de fora.

O projeto que vai chegar ao Congresso ainda esta semana deve prever o Simples das Domésticas - a unificação de todos as novas obrigações patronais -, e o Refis - refinanciamento das dívidas previdenciárias anteriores à lei com abate de 100% das multas e redução de 60% dos juros, além da extensão de prazos de pagamento.

Outro ponto que deve compor o texto do governo é a formação de um banco de horas, para evitar o pagamento de horas extras. Os pontos mais polêmicos, como a redução da multa de 40% do FGTS em caso de demissão sem justa causa, e da contribuição patronal ao INSS de 12% para 8% ficarão fora da proposta do Executivo.

O senador argumentou durante mais de um mês, em conversas com a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que as reduções ajudariam a formalizar o emprego doméstico. Isso porque, hoje, apenas um terço dos 7,2 milhões de trabalhadores têm carteira assinada e, consequentemente, os direitos trabalhistas assegurados.

Proposta: Para tentar convencer o governo da importância de reduzir a multa do FGTS, Jucá propôs acabar com a multa e elevar em 1 ponto porcentual a alíquota mensal. Dessa forma, a cada mês, o empregado teria 1% do salário guardado, como uma poupança.

Ainda assim, em nenhum momento as ideias foram bem recebidas pelo Executivo. O próprio ministro do Trabalho, Manoel Dias, disse acreditar que a redução das alíquotas, diferente do existente para os demais trabalhadores, manteria a discriminação que o projeto veio sanar.

O texto deve acatar a proposta de criar jornadas diferenciadas para as categorias de empregados domésticos (babás, caseiros, motoristas e empregadas). O senador propôs, ainda, uma situação específica para os cuidadores, que poderão trabalhar no regime de 44 horas semanais, em escalas de 12h/36h ou ser empreendedores individuais, prestando serviço como pessoa jurídica. Existe boa vontade em manter isso no projeto.

O descanso para almoço, hoje de duas horas, será reduzido a 30 minutos, como queria Jucá, para permitir que os empregados saiam mais cedo. Dormir no trabalho ou passar o fim de semana na casa do patrão não serão horas trabalhadas.




O Poder do FOCO!

É necessário manter-se informado, mostrar interesse e compromisso com a sua vida. Manter o foco no que realmente é importante para si. Trabalhar a motivação e não recear ser ousado.



As oportunidades para Empresas Contábeis


O ano de 2013 nomeado por entidades de classe como o ano da contabilidade é uma realidade quando se pensa nas mudanças ocorridas numa profissão que não consegue atender toda a atual demanda de mercado. Vagas para áreas especializadas do segmento contábil não são preenchidas e um estudo de uma respeitada empresa de consultoria em recursos humanos apontam que a média salarial de um cargo de analista contábil cresceu 24,9% somente em 2012 colocando a profissão entre as cinco maiores valorizações do mercado nesse ano. Paralelamente a demanda por serviços para empresas qualificadas também não para de crescer e uma porta de oportunidades surgem para escritórios de contabilidade capazes de atendê-la.

Segundo constatei nas analises que realizei nos dados do Conselho Federal de Contabilidade o número de organizações contábeis (sociedades) cresceu em maio de 2013 16% quando comparado com dezembro de 2011. Os dados mostram também que o crescimento das empresas individuais de contabilidade cresceu no mesmo período somente 1,5% o que indica o movimento das empresas contábeis de se solidificarem em forma de sociedade profissional.

Mesmo com esse crescimento de empresas de contabilidade, faltam empresas e profissionais qualificados para atender todas as necessidades de mercado. Esse cenário vai se acentuar ainda mais nos próximos anos, visto que a maioria das empresas registradas no Brasil, as micros e pequenas empresas, estão começando a sentir agora os reflexos das novas exigências a atender.

Qual é o segredo para que uma empresa de contabilidade possa ser bem sucedida nesse novo cenário? Primeiramente, é necessário possuir uma exímia qualificação técnica, especialmente em temas ainda pouco dominados pelo mercado e onde a concorrência é significativamente menor. Um dos erros cometidos por entrantes no mercado contábil é oferecer o que a grande maioria já está oferecendo e assim enfrentando dificuldade de se posicionar com rentabilidade, por isso, qualifique-se para que a sua empresa possa dispor de diferenciais técnicos.

Outro aspecto fundamental é que elas devem ser administradas com alto grau profissionalismo nas relações com os stakeholders. A figura do contador amigo existe, mas os limites dessa relação especialmente com os clientes devem ser respeitados. Nesse aspecto destaco a importância de manter contratos profissionais, instruções devidamente documentadas, adimplemento de honorários e outros. Nas consultorias que realizo em todo o Brasil posso afirmar que há muito campo de melhoria nesse sentido.

Oportunidades e desafios andam lado a lado e hoje é o momento para aproveitar as novas oportunidades do mercado contábil que significarão o sucesso de muitas empresas, desde que elas estejam preparadas para os novos desafios que a profissão contábil tem.

Fonte: Administradores.com